segunda-feira, 28 de novembro de 2011

How it's made: Como é feito um piano?

Você já parou pra pensar em como um piano é feito?
A série How it's made do Discovery Channel mostra pra gente o processo de fabricação de um piano da marca Mason & Hamlin, confiram (Inglês):




















Várias camadas de madeira são posicionadas em uma "forma" com o formato do piano até que a cola seque, em seguida, a madeira é levada para uma sala, onde fica por 30 dias, para que a madeira seque ainda mais.

O próximo passo é criar a estrutura do piano e colocar o tensor, para reforçar a armação.
Em seguida é colocado o quadro de ressonância, que irá funcionar como o "amplificador" do piano, e as duas pontes, onde são colocadas as cordas do instrumento, fazendo com que as virações das cordas sejam transmitidas pro quadro de ressonância.

As travessas são colocadas, e demoram cerca de uma hora para secar a cola.
Depois de secas, as travessas são cortadas, deixando-as mais finas, para que o quadro de ressonância possa trabalhar corretamente quando o piano for tocado.

O quadro de ressonância é posicionado sob uma prensa, onde é colocado um "posicionador", para que a ponte seja fixada no local correto.

O quadro de ressonância é então colado à madeira com o formato do piano.
O piano é colocado de lado, e um cortador modela o "braço" do piano. Logo depois, o piano é lixado, pintado, e polido.

A estrutura de ferro, então é pintada de dourado. O "pinblock" é colocado, nele são posicionadas as cordas, suportando cerca de 20 toneladas de tensão.
As cordas são então colocadas, cada corda gera uma tensão de quase 200kg.

Os "martelos" de feltro são colocados, eles funcionam como se fosse uma "palheta" no piano, atacando as cordas e gerando o som, cada nota possui seu próprio martelo.
Pesos são colocados sobre as teclas, para que cada um seja testada, confirmando o "peso" das teclas. Todas as teclas devem exigir a mesma força do pianista para que sejam tocadas.

Em seguida o piano é afinado, e está pronto para as mãos de um pianista.
Como dito no vídeo, um piano de cauda deste tipo pode custar tanto quanto um caríssimo carro de luxo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

“BlueJay ”Greenberg, o gênio musical do século XXI. Parte 2

(Acompanhe a matéria, leia AQUI a Parte 1).

Jay "Bluejay" Greenberg, o maior gênio musical dos últimos 200 anos, começou a tocar violoncelo aos três anos de idade e, posteriormente, aprendeu sozinho a tocar piano.
Suas primeiras composições foram escritas com a idade de seis anos. Suas primeiras lições formais na teoria e composição começou quando ele tinha sete anos. Na idade de dez anos, ganhou uma bolsa de estudos na Escola de Música de Nova York, a prestigiada Juilliard.

O que se passa nestas mentes mais do que simplesmente reproduzir uma música anteriormente ouvida, é um processo que David Cope por si só analisou nos seus programas de composição algorítmica e pôs o seu computador a fazer. Algo que para os humanos normais não é possível desta forma, fazendo com que levassem anos para ser feita!
Noções como "recombinação", "alusão", "assinaturas", "reconhecimento de padrões" etc.


Todos nós sabemos que nada se cria, tudo se transforma. Quando na realidade pensamos criar algo novo, estamos na realidade fazendo associações e recombinações de conceitos já apreendidos por nós em alguma parte no tempo, e a utilizá-los de forma criativa e a dar-lhes uma nova apresentação original: estabelecer conexões nunca antes estabelecidas.

Imaginem o computador do David Cope: ele insere na base de dados todos os corais de Bach. Depois, o computador "limita-se" a analisá-los, ver os padrões, as regras pelas quais eles se guiam, a detectar o "estilo" e reduz tudo isto a tabelas numéricas. Depois consegue com processos matemáticos e do acaso, fazer recombinações a partir de uma nota inicial qualquer. O resultado é óbvio: como segue todos os processos padronizados de Bach, vai sair necessariamente um coral que vai "soar" a um coral de Bach. Ou seja, vai sair um "novo coral de Bach". É novo porque esta combinação de notas, nunca tinham sido utilizadas. É "de Bach" porque este estilo de padrões e combinações já o tinham sido utilizadas, muitas vezes, por este compositor.

Agora imaginem que nessa base de dados, não tínhamos apenas corais de Bach, mas uma outra obra diferente. Uma sonata de Mozart, por exemplo. Isto, poderia talvez confundir o computador. Na realidade o que aconteceria era que quando o computador fosse tentar compôr um "novo coral de Bach" iria receber umas mínimas influencias desta sonata de Mozart perdida na base de dados. Se a nova obra composta - um coral "pretensioso", fosse ela própria reconduzida de novo para a base de dados, já teríamos duas "anomalias genéticas" na população. E um segundo coral de Bach sairia ainda mais distinto por este estilo híbrido. A certa altura do tempo, o estilo começaria a evoluir, e começaríamos a ter um estilo novo, já muito distante dos corais de Bach, mas que em nada se assemelharia às sonatas do Mozart, visto ter partido de apenas uma amostra. Teríamos um "estilo próprio".


BlueJay, acredito, que passe por todo este processo. O seu cérebro, é uma gigantesca base de dados de música de todos os gêneros. O que se passa é que este mesmo cérebro inconscientemente começa a fazer recombinações e reconhecimentos de padrões dos seus compositores favoritos (Bernstein, Copland, Stravinsky), e assim não se admira que consiga "ouvir obras" que se aproximam do estilo destes compositores, mas ao mesmo tempo ter um estilo próprio. Porque está fortemente "contaminado" por influências que vão desde o Jazz, ao pop, etc.

A diferença entre Jay Greenberg e o computador de Cope, é que Jay é uma pessoa. E só por si é admirável o que ele consegue fazer. Porque trabalha a velocidades e com precisões que a maioria dos humanos não consegue.

A segunda é que sendo uma pessoa, tem consciência do universo e de si. E como tal, pode decidir e discernir. A sua base de dados, que num computador seria caótica: a mistura de toda a música na base de dados de um computador só iria dar lixo, em Jay Greenberg não o é! O seu cérebro consegue perceber o que pode ou não combinar. O que faz sentido ou não fundir. E é por isso que Jay (acredito eu!) não ouve um compasso de Jazz, um compasso de Beethoven, um compasso de Metallica e escreve. Não, Jay, ouve melodias coerentes, estruturadas e consentâneas com uma afinidade intrínseca.

A conclusão é que Jay é um brilhante exemplo do que um computador pode fazer, mas ainda lhe falta fazer para ser perfeito.

A segunda conclusão é que há bênçãos para a humanidade que não se explicam facilmente e Jay é um deles. Espiritualistas acreditam que BlueJay trata-se de criança índigo (é uma teoria que afirma que, supostamente, uma nova geração de crianças com habilidades especiais estejam nascendo e que estariam trazendo uma "Nova Era" para a humanidade), assim como outros jovens gênios deste século, de outras áreas, como os da tecnologia, por exemplo. É que ser um instrumentista prodígio é tecnicamente fabuloso, mas ser um compositor prodígio, é raríssimo, porque se tem de conjugar, não um processo físico, mas um processo mental muito mais complexo: Jay tem de saber tudo e mais alguma coisa sobre todos os instrumentos e não apenas de um.

Analisamos aqui superficial e resumidamente a explicação mais básica sobre a fisiologia do cérebro de Jay, o lado médico neurológico, seu possível método de composição e alinhamento de ideias que se assemelham aos de um computador super avançado, e até uma explicação espiritual, mas quem de fato consegue explicar como funciona a mente deste jovem gênio em ascensão? Resta saber o que o tempo fará a BlueJay e por que caminhos o seu dom o levará.


Texto adaptado de Tiago Videira.
Edição e correção por Eni Miranda.
Fontes: http://www.jaygreenbergmusic.com/

Ouça: Symphony No. 5 (London Symphony Orchestra feat. conductor: José Serebrier) / Quintet for Strings (Juilliard String Quartet)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

"BlueJay" Greenberg, o gênio musical do século XXI. Parte 1

"Estamos falando de um prodígio ao nível dos maiores prodígios da história na área da composição, como Mozart, Mendelssohn e Saint-Saëns. Se Jay estivesse aqui agora, enquanto falamos, poderia estar a compor uma sonata para piano em 25 minutos, à nossa frente e seria uma grande obra musical. É um fenômeno raro! Para compôr é preciso saber as notas de cada instrumento, o ritmo, as entradas, etc. Como compôr para harpa e oboé? Ter a certeza de que não é para tocar no piano, etc. É preciso dominar centenas de milhares de bits de informação para compor uma peça musical."
Sam Zyman – compositor (em entrevista)


Jay "Bluejay" Greenberg, nasceu em New Haven, Connecticut, a 13 de Dezembro de 1991. Aos dois anos de idade já desenhava notas musicais, violoncelos e outros instrumentos musicais, e sem saber ler escreveu a palavra “Celo”. Surpreendidos, seus pais levaram-no a uma loja de instrumentos musicais e arranjaram-lhe o seu primeiro violoncelo, em que ele começou a tocar como se conhecesse o instrumento há anos.
No ensino fundamental passava as aulas escrevendo partituras sem dar atenção às matérias. Os pais foram chamados várias vezes à escola, para reuniões de urgência, devido ao comportamento "problemático" da criança.
Aos 10 anos de idade entrou para um dos mais consagrados conservatórios de música, o Julliard em New York.
Aos 12, a sua obra "The Storm" foi tocada pela New Haven Symphony em Connecticut. Escreveu cada nota para todos os instrumentos em poucas horas.
Aos 13 anos já tinha escrito 5 sinfonias.
Ficou mundialmente conhecido após uma entrevista ao programa "60 Minutes" em 2004, aos 12 anos de idade.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Como eram feitas as trilhas sonoras de games

Em 1993, não havia a tecnologia que temos hoje em nossas mãos, e este vídeo mostra como foi o processo de gravação da trilha sonora do jogo Iron Helix.

Hoje só precisamos de um computador para criar trilhas orquestradas, mas como mostra o vídeo, antigamente eram necessários vários computadores Mac, interface MIDI ligados por vários cabos, para processamento do sinal vindo dos teclados sintetizadores.




















O mesmo método também foi utilizado para os efeitos sonoros do jogo.
Como também é dito no final do vídeo, hoje qualquer pessoa consegue fazer uma gravação deste tipo em seu computador pessoal, e ainda checar e-mails ao mesmo tempo, sem problemas.

Vale ressaltar também, que antigamente, os jogos não passavam de poucos MBs, ou seja, um jogo completo ocupava menos espaço do que uma música que você tenha em seu computador. Também por esse motivo, as músicas eram feitas digitalmente, com o uso de MIDI.

Hoje temos jogos gravados em DVDs e Blu-Rays, com vários GBs, e as trilhas podem ser feitas de forma orquestrada (Sim, por uma orquestra de verdade), e em muitos casos, são músicas já conhecidas, de seus artistas favoritos, como é o caso de por exemplo, Tony Hawk Pro Skater, e Grand Theft Auto: Vice City.

sábado, 12 de novembro de 2011

Clube dos 27: Artistas que morreram aos 27 anos

Robert Johnson (08/05/1911 - 16/08/1938)
Johnson ficou conhecido, não só por seu talento com o Blues, mas também por histórias de seu envolvimento com o Tinhoso, à quem deve sua fama, e que supostamente, foi quem "ensinou" Robert Johnson a tocar tão bem.

Segundo conta a história, Johnson flertava com uma mulher, esposa do dono do local (Existe uma outra versão, onde a mulher não era esposa do dono do local). De acordo com rumores, foi oferecido a Johnson uma garrafa de Whiskey envenenada pelo dono do estabelecimento com estricnina.
Seu companheiro, Sonny Boy Williamson outra lenda do Blues disse a Johnson para nunca beber de uma garrafa oferecida que já tenha sido aberta, de acordo com Sonny Boy, Robert Johnson respondeu: "Nunca tire uma garrafa de minhas mãos!".
Logo depois, foi oferecido a Johnson outra garrafa de Whiskey aberta, que também tinha sido envenenada com estricnina, e aceitou.
Johnson começou a passar mal durante a noite, depois de ter bebido o whiskey envenenado e precisou de ajuda para chegar ao seu quarto de manhã. Nos três dias seguintes, sua condição piorou e Johnson faleceu num estado convulsivo de severa dor (Sintomas de envenenamento por estricnina).

Para mais informações, leia a matéria publicada pelo blog Guitarra & Música:
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2010/08/robert-johnson-lenda-do-blues.html

Brian Jones (18/02/1942 - 03/07/1969)
Guitarrista e membro-fundador dos Rolling Stones, Jones é conhecido por sua versatilidade musical, e embora tenha ganho sua fama por tocar guitarra nos Rolling Stones, Jones era multi-instrumentista, e também tocava piano, saxophone, trombone, flauta, violoncelo, entre outros instrumentos.

Brian Jones foi encontrado no fundo de sua piscina. Segundo sua namorada, Jones ainda estava vivo quando foi retirado da água, mas quando os médicos chegaram ao local, ele foi reportado morto.
Em sua autópsia, foi revelada que os orgãos de Jones estavam altamente danificados, devido ao uso abusivo de àlcool e drogas.
No final do filme Stoned, foi anunciado que Jones teria sido assassinado por Frank Thorogood, que na época trabalhava na reforma da casa de Jones. Frank teria confessado o crime para sua filha, em seu leito de morte em 1993. Porém, a história nunca foi confirmada.


Jimi Hendrix (27/11/1942 - 18/09/1970)
Talvez o mais conhecido caso do clube dos 27, Hendrix é até hoje considerado o maior guitarrista de todos os tempos, influenciando gerações de novos guitarristas em todo o mundo.

Hendrix faleceu no dia 18 de setembro de 1970, em circunstâncias que nunca foram completamente explicadas, a morte de Jimi ainda continua cheia de mistérios.
Havia passado parte da noite anterior numa festa, onde sua namorada o havia buscado, e ambos seguiram para o Hotel. Estimativas indicam que ele teria morrido pouco tempo depois.
Sua namorada, Monika Dannemann alegou em seu depoimento original que Hendrix teria tomado (sem que ela soubesse), na noite anterior, nove comprimidos de um remédio para dormir que ela utilizava, bebendo vinho a seguir. De acordo com o médico que o atendeu inicialmente, Hendrix tinha se asfixiado (literalmente afogado) em seu próprio vômito, composto principalmente de vinho tinto.

Janis Joplin (19/01/1943 - 04/10/1970)
Janis foi uma grande cantora americana, considerada a "Rainha do Rock n' Roll" e a "Rainha do Soul psicodélico", Janis também foi eleita a 46ª maior artista de todos os tempos pela revista Rolling Stone.

Janis foi encontrada morta do lado de sua cama no hotel por seu empresário John Cooke, que foi visitá-la após faltar no estúdio.
A causa de sua morte foi overdose de heroína, possivelmente combinado com os efeitos do àlcool.
Acredita-se que Janis estava usando uma heroína "super-potente", pois vários outros clientes de seu traficante também faleceram na mesma semana.
Janis foi cremada, e suas cinzas foram jogadas de um avião sobre o oceano pacífico.

Jim Morrison (08/12/1943 - 03/07/1971)
Cantor da banda The Doors, Morrison foi também conhecido por suas letras e poemas.
Morrison também foi eleito o 47º maior artista de todos os tempos pela revista Rolling Stone, e o 22º melhor cantor de Rock pela revista Classic Rock.

Morrison foi encontrado morto em uma banheira de um apartamento, por sua namorada, Pamela Courson.
A causa de sua morte foi reportada como insulficiência cardíaca, porém, nenhuma autópsia foi executada, pois não foi encontrada nenhuma evidência criminal no local. Portanto, até hoje a causa de sua morte é um mistério (Mesmo todos sabendo de seu uso abusivo de drogas e àlcool).
Courson reportou que Morrison havia falecido por overdose de heroína, ao cheirar a droga pensando que estava cheirando cocaína.
Courson, porém, deu várias versões diferentes para a morte de Morrison, às vezes dizendo que o teria matado, ou que sua morte teria sido culpa dela. Courson morreu três anos depois, também com 27 anos.

Linda Jones (14/12/1944 - 14/03/1972)
Cantora de Soul, conhecida antigamente como Linda Lane, começou a cantar aos 6 anos de idade, no grupo gospel de sua família, os Jones Singers.
Logo após sua carreira de cantora disparar e alcançar grande sucesso, Linda foi diagnosticada com diabetes, vindo a falecer aos 27 anos.


Ron McKernan (08/09/1945 - 08/03/1973)
Ron "Pigpen" McKernan foi membro fundador da banda de Rock Grateful Dead, tocava orgão, gaita, percussão e guitarra, e entrou para o "Hall da fama do Rock n' Roll" em 1994, junto com sua banda Grateful Dead.
Ron tinha uma grande amizade com Janis Joplin, que também figura nesta lista, tendo inclusive um relacionamento amoroso durante um curto periodo.

Em 1970, Ron começou a sentir sintomas de cirrose biliar, e em 1971, foi impedido de continuar tocando, vindo a falecer em 1973, vítima de hemorragia gastrointestinal.

Seu túmulo contém os dizeres: "Pigpen was and is now forever one of the grateful dead".
que pode ser traduzido como: "Pigpen foi e é para sempre um dos Grateful Dead"
ou: "Pigpen foi e é para sempre um dos mortos gratos/agradecidos"




Dave Alexander (03/06/1947 - 10/02/1975)
Baixista original da banda The Stooges, ao lado de Iggy Pop, sendo demitido da banda em 1970 por aparecer bêbado demais para tocar, em um festival.

Dave faleceu devido a um edema pulmonar, logo após dar entrada ao hospital por pancreatite, devido o consumo de álcool.





Pete de Freitas (02/08/1961 - 14/06/1989)
Baterista da banda Echo and the Bunnymen, Pete tem suas habilidades comparadas com as de Dave Grohl.
Pete faleceu em um acidente de moto durante o trajeto de Londres à Liverpool.

Kurt Cobain (20/02/1967 - Aproximadamente: 05/04/1994)
Outro caso muito conhecido do clube dos 27, Kurt Cobain foi guitarrista e cantor da banda grunge, Nirvana. A vida de Kurt se tornou conturbada devido a fama que ganhou com o Nirvana, e também já ficou frustrado pelo público não entender suas mensagens e visões artísticas em suas músicas.
Kurt Cobain é lembrado até hoje, e ocasionalmente figura em listas dos melhores guitarristas do mundo.

Durante o último ano de sua vida, Kurt teve de encarar seu vício em heroína, doenças e depressão.
Kurt foi encontrado morto no dia 08/04/1994 em sua casa em Seattle, vítima de um tiro de espingarda na cabeça, sendo considerado oficialmente, suicídio.
Sua morte é considerada por muitos, até hoje, um mistério, e muitos acusam sua ex-mulher, Courtney Love.

Kristen Pfaff (26/05/1967 - 16/06/1994)
Kristen foi baixista da banda Hole, banda de Courtney Love, antiga mulher de Kurt Cobain.
Em 1993, foi para reabilitação, por seu vício em heroína, e em 1994, deixou a banda Hole, logo após a morte de Kurt Cobain.

Kristen foi encontrada morta em seu apartamento, no chão, estavam seringas e drogas.
A causa de sua morte foi overdose de heroína de forma acidental.






Amy Winehouse (14/09/1983 - 23/07/2011)
A mais recente vítima do clube dos 27, Winehouse conseguiu fama estrondosa nos últimos anos e recebeu vários prêmios por suas músicas.
Durante sua carreira, Winehouse teve de lidar com uso excessivo de drogas, e frequentou a reabilitação algumas vezes para se livrar do vício.
Até mesmo em suas músicas existem referências ao seu uso de álcool e drogas, como podemos ver em seu hit, Rehab (reabilitação):
Tentaram me mandar para a reabilitação, mas eu disse: "não, não, não"
Sim, eu tenho estado mal mas quando eu melhorar você irá ver, ver, ver
Eu não tenho tempo e se meu pai acha que estou bem
Ele tentou me fazer ir para a reabilitação, mas eu não irei, irei, irei
No dia 23 de julho de 2011, Winehouse foi encontrada morta em sua casa, em Londres.
Embora muitos pensassem que o motivo de sua morte foi overdose, devido seu consumo de drogas, a família de Winehouse disse que a causa de sua morte foi abstinência alcoólica.
Já no dia 26 de outubro, foi anunciado que a causa de sua morte foi excesso de álcool.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Como cuidar das cordas da guitarra

As cordas de uma guitarra devem ser trocadas periódicamente, algumas pessoas trocam as cordas uma vez a cada 2 meses, 3 meses, um ano, ou até mesmo uma ou duas vezes por mês.

Isso depende do modo que o guitarrista trata as cordas, do próprio guitarrista, já que se a mão da pessoa transpirar muito, a oxidação das cordas irá acontecer de forma muito mais rápida, e pode depender até mesmo do local onde o instrumento se encontra, devido a humidade.

Para evitar que as cordas oxidem (enferrugem), é necessário deixar sua guitarra no case (ou bag) enquanto não estiver sendo tocada. Sempre depois de tocar, limpe as cordas com algum pano ou flanelinha que não deixe fiapos na mesma, e periódicamente, faça a limpeza utilizando WD-40 em um pano, para evitar a oxidação.

Existem óleos específicos para o tratamento de cordas de guitarra, que devem ser usados no lugar do WD-40 (que serve mais como um bom quebra-galho).

Para as cordas de baixo, existe a dica de "cozinhar" as cordas depois de velhas.
Sim, o "cozimento" das cordas de baixo fazem com que as mesmas aguentem mais um tempo sem que sejam trocadas.

Receita:
  • ½ litro de água
  • 4 a 6 cordas de baixo
  • Tempero à gosto (alguns baixistas colocam detergente neutro, limão, ou outros "condimentos" para auxiliar a limpeza das cordas)
Cordas de Baixo depois de cozidas
Modo de preparo:
Coloque a água dentro de uma panela, coloque a panela no fogo e ferva a água (até começar a sair bolhinhas da água), depois faça enroladinhos de encordamento e coloque as cordas na água.
Tempere à gosto e deixe ferver por uns 10 a 20 minutos.

Observações:
Este método não irá salvar a oxidação de suas cordas, e as mesmas irão perder o brilho depois de "cozidas", ou seja, só utilize o método como um quebra-galho em momento de desespero.

(O Guitarra & Música não se responsabiliza se a receita não ficar boa)

Confiram a postagem : Tipos de encordamentos para mais informações sobre cordas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Como funciona a distorção da guitarra

O modo mais simples de se conseguir distorção, é simplesmente fazer com que o amplificador "sobrecarregue", fazendo com que o amplificador toque acima de sua capacidade e não consiga "aturar" o som natural de sua guitarra.
Quando um amplificador tenta reproduzir mais do que seu limite, o amplificador "corta" parte da frequência sonora, criando então um som distorcido, este efeito se chama clipping.
Para conseguir este efeito basta você abaixar os tons graves e agudos de seu amplificador, e aumentar os médios, isso faz com que o amplificador emita um som que o amplificador geralmente não consegue lidar, criando um efeito distorcido, parecido com o overdrive.

Outro modo de conseguir distorção, é danificando o cone dos amplificadores, ou as válvulas, de amplificadores valvulados, como já vimos no post: A história da distorção.

Hoje ninguém mais utiliza os métodos antigos de distorção, que hoje podem ser conhecidos como "Porra, meu amplificador tá quebrado!".
Atualmente contamos com pedais de efeitos para usar distorção, e até mesmo os amplificadores já possuem efeitos embutidos, incluindo distorções.

Mas como funciona um pedal de distorção?
Como o próprio nome diz, a distorção altera o sinal da guitarra (frequência sonora), fazendo com que o som saia "distorcido".
O efeito é realizado comprimindo os picos da frequencia sonora da guitarra, o que isso quer dizer?

















Reparem na imagem acima, a primeira frequência é a frequência original do som de sua guitarra, a segunda, é uma frequência "clipada" de modo suave, ou seja, comprimindo os picos da frequência para dentro de seus "limites" (A linha pontilhada). E o terceiro exemplo, comprimi o sinal de forma "forçada", fazendo com que os picos formem "paredes" ao alcançar as linhas pontilhadas, deixando então o sinal com uma forma quadrada.

E obviamente, uma frequência sonora, quando alterada, muda também o timbre e a sonoridade do instrumento, neste caso, criando um efeito de distorção.

Hoje o efeito de distorção é utilizado somente com pedais e amplificadores que já possuem o efeito, e não é preciso danificar nenhuma peça do amplificador para se onseguir distorção.
O efeito de distorção hoje, é produzido simplesmente com o uso de transistores, amplificadores operacionais, ou outras peças eletrônicas que são capazes de "clipar" a frequência sonora que seu instrumento produz antes deste chegar ao seu amplificador, transformando totalmente o som de sua guitarra.

Vale lembrar que toda alteração da frequência sonora é considerada uma distorção, mesmo que esta alteração você conheça como Flanger ou Wah-wah, por exemplo.